domingo, 2 de junho de 2013

Depoimento de Karina Rocha Sbrana Denuncio

Não coloco a leitura como um hábito em minha vida. Deveria. Tive um exemplo maravilhoso na prática da leitura e da escrita: meu avô - O saudoso historiador Silveira Rocha. Um homem simples, de família humilde que buscou nos livros a sua escola e enriqueceu seu saber.
Foco a minha leitura principalmente na educação, e dos livros que passaram em minha vida “Pais brilhantes Professores Fascinantes” e “Filhos brilhantes Alunos Fascinantes" ambos de Augusto Cury foram  os  que mais marcaram, pois neles eu confirmo o meu exercício de reflexão, penetro nos problemas da vida, adquiro saberes importante para a minha prática docente. Apesar de não  me considerar um exemplo a ser seguido em relação a leitura, reconheço que me dedico sempre quando preciso argumentar, opinar, defender meu ponto de vista sobre determinado assunto.
Ler ajuda no desenvolvimento da escrita e na argumentação, logo devemos tomar cuidado ao escrever. Os erros atualmente estão assustadores e partem  até dos próprios docentes.
Vivemos diariamente com uma realidade a qual a estrutura familiar não existe: os nossos alunos. Isso é notável no desenvolvimento das aulas, muitos vem para a escola sem alimentação, sujos, praticamente abandonados.
Antigamente a família era o exemplo, incentivavam a leitura, cobrava resultados na escola, hoje notamos que as crianças chegam no 6º ano sem saber o básico da escrita, da leitura, do raciocínio matemático e das quatro operações e quem desempenha o papel de incentivador são os professores.  Devemos estar atentos se somos bons ou maus exemplos na vida dos nossos alunos.
Como citou Nilson José Machado em seu depoimento no módulo 2 do curso Melhor Gestão Melhor Ensino: "... na vida temos que assinar o livro de presenças. Escrita não é luxo".
Que Deus nos ilumine para podermos buscar caminhos corretos.


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