Não
coloco a leitura como um hábito em minha vida. Deveria. Tive um exemplo
maravilhoso na prática da leitura e da escrita: meu avô - O saudoso
historiador Silveira Rocha. Um homem simples, de família humilde que
buscou nos livros a sua escola e enriqueceu seu saber.
Foco
a minha leitura principalmente na educação, e dos livros que passaram
em minha vida “Pais brilhantes Professores Fascinantes” e “Filhos
brilhantes Alunos Fascinantes" ambos de Augusto Cury foram os que mais
marcaram, pois neles eu confirmo o meu exercício de reflexão, penetro
nos problemas da vida, adquiro saberes importante para a minha prática
docente. Apesar de não me
considerar um exemplo a ser seguido em relação a leitura, reconheço que
me dedico sempre quando preciso argumentar, opinar, defender meu ponto
de vista sobre determinado assunto.
Ler
ajuda no desenvolvimento da escrita e na argumentação, logo devemos
tomar cuidado ao escrever. Os erros atualmente estão assustadores e
partem até dos próprios docentes.
Vivemos
diariamente com uma realidade a qual a estrutura familiar não existe:
os nossos alunos. Isso é notável no desenvolvimento das aulas, muitos
vem para a escola sem alimentação, sujos, praticamente abandonados.
Antigamente
a família era o exemplo, incentivavam a leitura, cobrava resultados na
escola, hoje notamos que as crianças chegam no 6º ano sem saber o básico
da escrita, da leitura, do raciocínio matemático e das quatro operações
e quem desempenha o papel de incentivador são os professores. Devemos estar atentos se somos bons ou maus exemplos na vida dos nossos alunos.
Como
citou Nilson José Machado em seu depoimento no módulo 2 do curso Melhor
Gestão Melhor Ensino: "... na vida temos que assinar o livro de
presenças. Escrita não é luxo".
Que Deus nos ilumine para podermos buscar caminhos corretos.
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